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O que podemos aprender com a tendência de humanização das marcas?

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Em um passado não muito distante o mercado funcionava com foco no cliente e, aqui, moravam alguns riscos ainda desconhecidos.

Muitas organizações funcionavam com produção acelerada, a ideia era oferecer inúmeras opções aos consumidores e gerar uma maior demanda de consumo, apenas com o propósito de gerar o maior lucro possível.

Mas as coisas mudaram e, com o avanço da tecnologia, iniciou-se um processo de transformação do consumidor e ele passou a viver em uma vida digital, onde não existem barreiras entre o mundo físico e o virtual. Hoje eles coexistem e se complementam.

A mudança dos comportamentos, hábitos, escolhas e desejos, somados a um ambiente com maior acessibilidade e possibilidades, influenciou diretamente para uma nova forma de abordagem das empresas.

Os conceitos de B2C e B2B ficaram para trás e o conceito de B2I (Business to Individuals) ganhou força e fez com que o foco agora seja do cliente.

É essa alteração do foco NO cliente para o foco DO cliente que cria o contexto adequado para a humanização das marcas.

Veja só, uma pesquisa da Forrester, em 2020, demonstrou que 25% das empresas poderiam perder mais de 1% da sua receita anual ao não responder bem aos problemas e eventos sociais com os quais os seus clientes se identificam.

Com isso, Philip Kotler diz:

“Pense no consumidor não em termos de alguém que vai comprar seu produto, mas que deseja que o mundo seja um lugar bom para viver. O que você está fazendo para mostrar a ele que se importa?”

Com essa frase, eu quero te contar um pouco sobre a humanização das marcas e como essa tendência está ensinando as empresas a ter novas atitudes e posicionamentos. Continue lendo!

Além de posts amigáveis: o que realmente as marcas humanizadas fazem?

Uma marca humanizada é transparente e possui uma relação genuína com os seus clientes, fornecedores e com a sociedade. Além disso, essas marcas têm um olhar para a responsabilidade social e buscam um mundo mais igualitário e inclusivo.

Marcas humanizadas saem do básico, que é criar posts bonitos para as redes sociais, e procuram ter um olhar amplo e humanista do topo.

Para isso o negócio precisa estar centrado em pessoas e é vital a vivência dos valores das lideranças que influenciam na cultura organizacional.

Não adianta a marca apenas pensar numa forma mais bonita de se comunicar, é necessário que sua estrutura esteja adequada para essa mesma forma de falar.

A identificação de um estilo próprio, da personalidade, valores, atitudes e a forma de se comunicar é um dos aspectos que se considera para essa humanização. 

Além disso, ao se comunicar, ela não é invasiva, não pretende vender o tempo todo e mantém sustentabilidade nas suas ações. Esse comportamento visa a geração de relações sólidas com os clientes e, ao mesmo tempo, gerar negócios futuros.

Essa personalidade da marca pode ser explorada em diversos elementos, algumas organizações, por exemplo, criam o seu avatar e aproximam ao mercado a imagem da equipe de trabalho. Atitudes simples como essa mostram aos usuários que existem pessoas comuns que também sentem e são consumidoras.

Um case de sucesso nesse aspecto é a Magazine Luiza, empresa que explora as diversas características da humanização de marcas, criou a personagem Lu e ainda possui uma forte representação e presença no mercado com a sua presidente, Luiza Trajano.

Aproveite e leia também: Marketing humanizado: como tornar a sua marca mais pessoal e se conectar com os clientes

O que podemos aprender com as marcas humanizadas?

É crescente o número de consumidores que se preocupam com toda a cadeia produtiva do que consomem, e é esse comportamento que impulsiona a responsabilidade social como atributo de valor de uma marca.

O que realmente importa neste ponto, é se aproximar da comunidade, das relações com os parceiros, colaboradores e com a entrega de propósito.

Veja quais são as principais características da marcas humanizadas:

  1. a marca também deixa de lado a burocracia e incentiva trocas mais simples e formas de interagir fáceis e rápidas;
  2. se torna acessível e responde satisfatoriamente aos seus usuários;
  3. utiliza a tecnologia como aliada, otimizando processos e respostas e promovendo a customização;
  4. está disposta a informar e educar, sem focar em vendas 100% do tempo.

Você provavelmente tem experiências que refletem o contrário de tudo isso, certo? 

Então, aproveite para ler também sobre Marketing Humanizado e como tornar a sua marca mais pessoal e se conectar com os clientes. Boa leitura!

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