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A tecnologia pode tornar o ser humano imortal? Entenda a busca pela imortalidade e suas consequências

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Quem nunca quis ser imortal que atire a primeira pedra. A busca pela imortalidade sempre foi foco em livros, filmes, pesquisas e nos pensamentos dos meros mortais.

Mas, é claro, isso não surgiu após o lançamento das séries de ficção da Netflix. A busca pela imortalidade veio muito antes disso.

Entenda a relação do homem e da máquina e como a tecnologia pode tornar o ser humano imortal. Continue lendo!

O homem e a máquina: de onde vem essa relação?

O homem passou a ter contato com as máquinas a partir da Revolução Industrial, em uma relação que passou por várias fases diferentes.

A primeira revolução industrial surgiu na Inglaterra no final do século XVIII e mudou totalmente o paradigma mundial, afinal os processos industriais eram realizados de forma totalmente artesanal e passaram a ser produzidos a partir do carvão, vapor e ferro.

Isso fez com que a produção atingisse patamares nunca antes vistos na época, tornando a terra britânica uma potência mundial, por conseguir produzir vários produtos de setores diferentes de forma rápida e barata.

A segunda revolução industrial aconteceu no século XIX e os protagonistas dessa história foram a eletricidade, a química e petróleo. Esse período foi marcado pela massificação da manufatura e pelo desenvolvimento de tecnologias como o avião, refrigeradores, alimentos enlatados e os primeiros telefones.

Já a terceira revolução industrial é algo mais próximo da atualidade e surgiu na metade do século XX, onde a informação se tornou a principal matéria prima das organizações.

Os primeiros computadores surgiram, aumentaram a velocidade para realizar qualquer processo e revolucionaram os avanços em todas as áreas de conhecimento.

E não acaba por aí… atualmente estamos vivendo a quarta revolução industrial ou indústria 4.0.

Ainda é cedo para entender os impactos pela quarta revolução industrial. Mesmo assim, é possível afirmar que, em alguns anos, a nossa vida será completamente diferente do que é hoje.

E o que isso tem a ver com a imortalidade?

No início, essa relação era totalmente profissional e a interação entre ser humano e máquina existia apenas para aumentar a produtividade da economia e produzir novos produtos em massa.

Com o passar dos anos, a globalização, transformação digital e a inovação levaram essas máquinas para dentro das casas dos humanos.

Inicialmente, a tecnologia tinha a forma de utensílios domésticos ou com a finalidade de entreter, como o rádio e a televisão.

No entanto, com o desenvolvimento das tecnologias, as máquinas adquiriram uma inteligência artificial, como as aplicações de big data, o processamento de grandes volumes de dados e as variadas sugestões que recebemos de acordo com o nosso perfil e o rastro de dados que deixamos ao navegar pela internet.

Tudo isso fez com que a relação do homem e máquina se tornasse cada vez mais próxima e íntima, fazendo com que esses dois interajam em todos os momentos do dia.

Quando essa relação fica íntima demais…

Quando homem e máquina ficam íntimos, ocorre uma grande mudança nos processos e há impactos sociais, econômicos e globais.

Essa nova era criou uma dependência de seus usuários, obrigando a indústria a produzir novas tecnologias de última geração e tornando o perfil digital o básico para ser aceito nos círculos sociais.

A incansável busca pela vida digital perfeita criou um apego dos usuários àquilo que não é real e mudou o conceito de morte, afinal tudo o que “cai na rede” não morre, certo?!

A morte, o apego e a vida eterna

Em uma sociedade onde existe uma cultura que considera velha toda pessoa que está acima dos 30 anos de idade, a ideia da vida eterna é muito bem aceita, uma vez que o desejo da imortalidade e da busca pelo elixir da juventude é bastante antigo.

Alguns futuristas acreditam que os avanços da medicina e tecnologia podem aumentar a expectativa em mais anos ou simplesmente permitir que, em algumas décadas, possamos baixar os nossos cérebros em algum local eletrônico para perpetuar a nossa consciência e as nossas memórias.

Se você parar pra pensar por um minuto… Isso parece bizarro ou muito tentador?

Para algumas pessoas isso é incrível e, por isso, elas buscam, incansavelmente, uma maneira de viver para sempre.

Como é o caso de Cientistas da Universidade Northwestern, nos EUA, que descobriram como desligar o “interruptor genético” que causa o envelhecimento. Mas, ainda não em humanos, mas sim em vermes.

Outro estudo foi capaz de reviver ratos velhos ao injetar sangue de ratos jovens neles.

Todos esses avanços tecnológicos abrem portas para o que poderá ser feito em humanos no futuro, possibilitando a tão sonhada imortalidade.

Saúde, tecnologia e a corrida contra a mortalidade

Deixando de lado todas essas questões filosóficas que envolvem a imortalidade, a tecnologia e a ciência fazem progressos incríveis para alcançar esse objetivo, por meio de pesquisas e projetos de todos os ângulos imagináveis

Diversos cientistas já fizeram algumas descobertas que podem alterar a condição humana para sempre. Veja alguns exemplos:

#1: Impressão de órgãos humanos em 3D

A impressão 3D evoluiu bastante com o passar do tempo e, atualmente, ela tem servido até mesmo para imprimir pizza e chocolate. Imagine então se ela conseguisse imprimir órgãos vivos, seria completamente diferente.

Essa utilização específica da impressão 3D é chamada de bioimpressão e utiliza o tipo mais caro e avançado de tecnologia desse tipo já criada, isso porque ela imprime, literalmente, células vivas.

O método tem alguns pontos em comum com a impressão 3D comum, exceto pelo fato de que a estrutura do órgão desejado é impresso utilizando proteínas e, em seguida, os espaços são preenchidos com células-tronco que vão crescer e ocupar as lacunas.

Para conseguir essa espécie de “tinta biológica” que alimenta a impressora 3D, cientistas colhem células humanas a partir de biópsias ou de células-tronco e, em seguida, permitem que elas se multipliquem numa placa de Petri (os conhecidos “pratinhos de vidro dos laboratórios”). 

Os médicos esperam que, quando colocadas no corpo, essas células impressas interajam com os tecidos já existentes.

#2: Sangue novo

Calma! Não estamos falando de vampiros que precisam tomar o sangue de 7 jovens virgens para manter a sua vida eterna.

Na verdade, essa mágica acontece por meio de uma técnica muito antiga: a transfusão de sangue.

O procedimento é muito simples, mas de acordo com pesquisas, o resultado pode ser milagroso e o sangue jovem pode parar, ou reverter, o processo de envelhecimento.

Cientistas já conseguiram demonstrar, em roedores, que o sangue de ratos jovens ajudava a regenerar tecidos musculares de ratos mais velhos.

Depoi disso, os cientistas descobriram que ratos tratados com uma proteína isolada do sangue jovem demonstraram cognição e resistência melhoradas, além de uma significativa melhora no funcionamento de seus órgãos após transfusões de sangue.

#3: Terapia genética

Uma pergunta aleatória: por que ratos vivem apenas 2 anos, enquanto os morcegos podem viver até 50 anos?

A bioquímica Cynthia Kenyon diz que o que diferencia esses animais está escondido nos seus genes. Logo, o envelhecimento poderia ser determinado por um ou mais genes.

Portanto, ela acredita que os cientistas podem encontrar esses genes e desligá-los. 

Esse tipo de modificação genética é chamada de “terapia genética” e pode ser descrita como algo que abrange qualquer estratégia de introdução de material genético com o intuito de modificar o curso de uma doença.

Por meio de experimentações realizadas em lombrigas, a bioquímica Cynthia Kenyon descobriu que sua vida útil mais do que duplicou quando um determinado gene foi danificado: o gene DAF-2.

Esse gene é responsável por controlar a integridade dos receptores de DAF-2 nas células, que, por sua vez, são responsáveis pela recepção de uma proteína chamada Fator de Crescimento semelhante à insulina tipo 1 (ou simplesmente IGF-1).

O IGF-1 é um hormônio que influencia o crescimento na infância e o envelhecimento e o ato de danificar esse receptor significa interferir no processo de envelhecimento.

#4: Remédio anti envelhecimento

Imagine acordar pela manhã e, em vez de vitaminas, tomar apenas algumas pílulas para manter a imortalidade em dia.

Pois é, aparentemente as indústrias farmacêuticas e de saúde já estão procurando formas de tornar esse sonho realidade.

Uma das empresas envolvidas nisso é a Calico, criada pelo Google com o objetivo de criar tecnologias para tratar questões do envelhecimento e prolongar a vida humana.

Um medicamento chamado Sirolimus, também conhecido como rapamicina, que geralmente é utilizado para fins como transplante de órgãos, consegue aumentar a expectativa de vida de vermes, camundongos e leveduras.

O problema é que esse remédio possui muitos efeitos colaterais negativos e nunca foi considerada uma solução ideal para humanos, no entanto, ele impulsionou a quantidade de pesquisas relacionadas a medicamentos anti envelhecimento. 

#5: Transferência mental

A transferência mental parece mais um episódio de Black Mirror ou da nossa lista de filmes de ficção. Basicamente, ela diz que será possível fazer o upload da sua consciência e memórias para um computador.

Isso significa que uma pessoa poderá transformar a sua personalidade, memória e essência em dados de computador.

Atualmente, há dois métodos propostos para transformar esse conceito em algo real.

  1. Método de “cópia e transferência”: envolve a digitalização e o mapeamento de todo o cérebro e a replicação desses dados em um dispositivo computacional;
  2. Método de “substituição gradual”: como o próprio nome já diz, visa substituir gradualmente cada neurônio do seu cérebro por algo não biológico.

De acordo com estudiosos, essa introdução de sistemas não biológicos em nossos corpos e cérebros não deve afetar a nossa idade.

No futuro, os nossos pensamentos estarão, literalmente, na nuvem.

Curtiu o post? Aproveite para conferir outras ideias e soluções futuristas na nossa lista de filmes de ficção. Boa leitura!

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