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O futuro do trabalho na Era Digital

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A Revolução Digital trouxe com ela mudanças e muitas dúvidas. Os especialistas acreditam que estamos caminhando para a transformação mais radical da história do trabalho, e os avanços tecnológicos vêm acompanhados de perguntas como “os robôs irão substituir os seres humanos?”, “quais empregos sobrevirão e quais deixarão de existir?”, “iremos nos tornar supervisores de robôs?” ou “como se diferenciar se as máquinas são capazes de fazer o que nós não somos?”. Uma coisa é certa: é preciso estar preparado para as novas demandas do mercado. Continue lendo para conhecer as perspectivas sobre o futuro do trabalho na Era Digital.

Era Digital x mindset industrial

Os avanços na tecnologia, a mobilidade e as mudanças comportamentais são apenas algumas das transformações pelas quais a nossa sociedade passou desde a Revolução Digital. Estamos conectados o tempo todo, já podemos trabalhar remotamente e a inteligência artificial está, de fato, mais inteligente do que nunca.

No entanto, algumas coisas continuam exatamente como na Era Industrial. Pense nas regras da escola tradicional que você conhece hoje: uniforme, horário para entrar e sair, um sinal sonoro para indicar o intervalo e atividades repetitivas. A descrição da escola atual pode ser facilmente confundida com a descrição de uma fábrica. Nada mais justo, já que o modelo educacional utilizado hoje é o mesmo do século XIX, das escolas que capacitavam pessoas acostumadas a trabalhar na agricultura para o trabalho na indústria.

Por muitos anos ele funcionou bem, mas tornou-se ultrapassado com a emergência da lógica digital. Isso é um problema quando consideramos uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial que prevê que 65% dos alunos do ensino básico atual vão trabalhar em profissões que ainda não existem.

É hora de mais uma mudança, pois a escola não prepara os alunos para os empregos que surgirão e serão os mais disputados. A escola tradicional prepara os estudantes para trabalhos que seguem o pensamento industrial: linear, repetitivo, segmentado e previsível. Esses trabalhos, sentimos muito informar, serão os primeiros a entrar em declínio.

O futuro do trabalho

Hoje, milhares de trabalhos já são realizados por máquinas, que têm a capacidade de produzir mais e em menos tempo do que o ser humano. Um estudo da Universidade de Oxford aponta que cerca de 47% dos empregos que existem hoje desaparecerão nos próximos 20 anos graças à automação. Outra previsão preocupante, obtida em uma pesquisa da ONU em 2015, é de que a automação fará aumentar a taxa de desemprego de 11% em 2020 para, em média, 20% em 2040.

Além disso, um estudo realizado em 2017 pelo McKinsey Global Institute prevê que cerca de 75 a 375 milhões de pessoas podem precisar mudar de categoria ocupacional até 2030.

No entanto, também temos boas notícias. Alguns empregos apresentarão grande crescimento, novos trabalhos serão criados e as atividades que podem ser apenas parcialmente automatizadas ainda precisarão de mão de obra humana para serem realizadas.

Além dos novos empregos, um novo formato de trabalho é a promessa dos especialistas. As principais tendências mostram que o espaço físico do trabalho passará a ser cada vez menos valorizado, já que hoje encontramos pessoas trabalhando remotamente por meio de seus notebooks, tablets e smartphones. Os nômades digitais se multiplicarão, assim como os freelancers, os autônomos e profissionais liberais. É possível que você acabe exercendo mais de uma profissão, levando em conta suas habilidades e a boa e velha lei de mercado.

Imagina-se que será bem mais fácil conciliar vida pessoal e profissional, podendo ajustar o trabalho à sua vida e não o contrário. Parece promissor, não é mesmo?

No fim, a grande vantagem que os seres humanos terão em relação às máquinas será… bem, o fato de serem humanos.

O profissional do futuro

Para lidar com as novas demandas, o perfil do profissional do futuro deve mudar. Não há dúvidas de que as transformações exigirão alta qualificação dos trabalhadores e, por isso, é preciso estar preparado. As pessoas mais afetadas serão aquelas com baixa qualificação para suprir o gap de atividades deixado pelas máquinas.

As habilidades intrinsecamente humanas, as chamadas soft skills, serão cada vez mais valorizadas pelas empresas e essenciais para se adaptar ao novo mercado de trabalho. Afinal, robôs podem aprender praticamente qualquer habilidade técnica que utilizamos hoje: eles já podem fazer diagnósticos médicos, por exemplo. Mas ainda não conseguem desenvolver habilidades comportamentais.

Os especialistas consideram os dados o recurso natural do século XXI. Um estudo da consultoria EMC prevê que, até 2030, cerca de 40 trilhões de gigabytes de dados serão gerados, sendo que 80% desses dados serão não estruturados: fotos, vídeos, mensagens de voz e texto, por exemplo. A interpretação desses dados é algo fora da capacidade dos robôs, pois há conexões e análises que apenas o cérebro humano pode fazer e considerar.

Não podemos competir com as máquinas quando se trata de tarefas repetitivas e de alto volume, mas temos a vantagem da resiliência em lidar com situações novas. Os algoritmos costumam lidar com cenários já vistos antes, para compará-los e chegar a uma resposta racional baseada nos padrões, enquanto nós podemos deparar com uma situação desconhecida e solucioná-la.

Vale enfatizar que as mudanças das quais estamos falando aqui não são algo que vai acontecer em 200 anos, mas algo que já iniciou e que acontecerá de forma ainda mais intensa nos próximos 20 anos. E você, já começou a se mexer?

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