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Novos hábitos de consumo e a economia da recorrência

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Graças às transformações na sociedade, que acabaram impactando nosso comportamento em diversos aspectos, o jeito de consumir mudou. Dentre os novos hábitos de consumo, podemos destacar a predileção pela experiência e não pela posse de um bem. Cada vez mais, o consumidor torna-se usuário de um produto ou serviço em vez de proprietário. Assim nasceu uma economia baseada no acesso, e as organizações já estão adaptando seus negócios aos novos modelos emergentes. Continue lendo e conheça tudo que você precisa saber sobre economia do acesso ou economia da recorrência.

Economia do acesso ou economia da recorrência

O novo consumidor prioriza o benefício da experiência de um produto ou serviço. Se ele tem acesso à experiencia, não há mais a necessidade de possuir um bem. Por que, por exemplo, comprar um carro e arcar com as despesas da compra, do seguro, do IPVA e da gasolina se ele pode simplesmente chamar um Uber? A experiência de se locomover de carro está garantida nas duas situações, mas o fato de ele não precisar mais ser proprietário de um veículo e ainda assim ter acesso a isso é uma enorme vantagem.

Outro aspecto forte da economia do acesso é o relacionamento duradouro entre usuário e fornecedor. Afinal, se o consumidor não tem posse do produto, ele precisará, de forma recorrente, da empresa que o oferece. Isso permite que as organizações tenham mais informações sobre os seus usuários, aprendendo com os dados coletados, incrementando sua experiência, obtendo níveis cada vez mais altos de satisfação e, consequentemente, aumentando a retenção de clientes.

Dessa busca periódica pelo mesmo produto ou serviço, surgiu a chamada economia de recorrência, também chamada de subscription economy. Aqui, a venda única perde a vez, e o cliente passa a ter acesso às experiências por meio de assinaturas, planos e mensalidades. Esse modelo de negócio segue três premissas: a facilidade de inscrição o pagamento sem complexidade e a entrega de valor para o assinante.

Exemplos de negócio de recorrência

Em 2012, a Adobe mudou sua forma de funcionar. Até então, o usuário ia a uma loja, comprava o software físico e começava a utilizá-lo. O cd de instalação ficava parado e, com a chegada de uma nova versão, o comprador continuava com a versão desatualizada. Agora, o cliente pode adquirir on-line a licença de uso para todos os softwares disponíveis, com pagamento de mensalidade, e atualizar sua versão assim que ela é lançada. Essa é uma forma de consumo consciente e que agrega muito valor ao usuário.

As empresas  já perceberam a necessidade de adaptar seus negócios para essa nova economia. Aquelas que resistirem em inovar terão poucas chances de sobrevivência.

Não foi por acaso que a gigante Blockbuster desapareceu rapidamente. Quantas vezes você foi à locadora e não conseguiu encontrar o filme que queria porque ele já estava alugado? Quantas multas você já teve que pagar por ter perdido a data de devolução do DVD? Quantos filmes você deixou de alugar por pura preguiça de ter que ir até a locadora?

Aí surge a Netflix: você cria uma conta rapidamente, ganha um mês grátis para experimentar e já pode começar a usar. Passado esse período de teste, todo mês o valor da assinatura do plano escolhido é debitado no seu cartão e pronto. Por um preço menor do que o de um único DVD ou Blu-Ray, você tem acesso a um cardápio completo de filmes e séries à sua disposição, para aproveitar como, quando e onde preferir.

No fim, quem desbancou a Blockbuster não foi a Netflix, foram os próprios consumidores. A Netflix apenas teve a vantagem de sair na frente.

As vantagens de ser recorrente

Os benefícios do modelo de negócio recorrente atingem tanto as empresas quanto os consumidores. No âmbito organizacional, além de otimizar a competitividade e a sobrevivência do negócio para as mudanças nas formas de consumo, o modelo de assinatura permite um fluxo de caixa mais estável, já que há dinheiro entrando todo mês. Isso contribui para melhorar as previsões de receita e para a fidelização dos clientes, com ganhos maiores e diminuição do custo de aquisição de clientes.

Quanto aos usuários, podemos citar vantagens como o acesso a lançamentos e versões atualizadas de produtos e serviços, valores mais baixos, melhor custo-benefício, consumo consciente e mais comodidade, conforto e praticidade.

 

A pesquisa The Subscription Economy Index, realizada de 2012 a 2017 nos Estados Unidos, aponta que as empresas atuantes no modelo de negócio recorrente tiveram um crescimento exponencial nas vendas, quase cinco vezes maior que os números do varejo tradicional: 17,6% contra 3,6%.

Com as transformações comportamentais da nossa sociedade, novas empresas surgirão e gigantes do mercado terão que trabalhar para acompanhar ou se antecipar a essas mudanças. Nessa história, ninguém quer ser a nova Blockbuster.

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